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Conversando com Daniel

Julho 26, 2009

Oi Daniel!

Que bom que você se encaixou com partes do texto!
Eu também me encaixei!…
Pra te dizer a verdade, acredito que eu esteja na ‘plataforma’, correndo um pouco, quase alcançando a alça do corrimão da escada que leva para o interior do Trem… Mas ainda carrego um pouco de bagagem extra, que eu preciso largar para trás…
E é como se esta bagagem estivesse meio enrolada em mim, enroscada mesmo, e tenho um pouco de dificuldade de soltá-la…
Mas sei que vou soltá-la e ficar mais leve e mais livre para poder correr um pouquinho mais e subir neste Trem!
Sinto que estou quase lá!!
E quando eu subir, vou procurar um lugar confortável para sentar, descansar um pouco (se for permitido!) e aí vou poder descobrir para onde é que o Universo vai me levar…

Daniel, agora é hora de soltar a ‘bagagem’ que não serve mais: pensamentos que não tranqüilizam, expectativas que temos e que na verdade não correspondem ao nosso verdadeiro “Ser”, mas que correspondem ao que acreditamos que o meio no qual vivemos espera de nós; anseios que aprendemos a ter desde crianças e que esquecemos de atualizar com o passar dos anos; a necessidade de ‘provarmos para o mundo que somos bons’, e por aí vai…

Todas estas ‘bagagens’ ocupam o lugar da leveza interior e não nos deixam ‘vazios’ para sermos preenchidos com a ‘inspiração’ necessária para sabermos o que fazer no momento em for necessário fazer alguma coisa.

Como eu disse em outras mensagens, o tal Trem está nos levando para uma outra “dimensão” de interpretação do mundo.
Esta outra dimensão de interpretação do mundo exige que nós deixemos a nossa antiga interpretação do mundo.
E é disto que se trata. Só disto.

Confesso que também costumava ficar um pouco intranqüila com estas “mudanças”, mas depois fui percebendo que elas não precisam obrigatoriamente, ser ‘catastróficas’.
Mas para que seja assim, é preciso que deixemos algum espaço para a “Fé” em nossas vidas. Isto é imprescindível!
Na minha geração – vou fazer 50 anos dentro de alguns dias – falar em fé era quase pejorativo: piegas, coisa de ‘carola’, de gente que não tinha o que fazer, etc.
Eu fugi muito do mundo da Fé, pois eu não queria ser uma pessoa ‘carola, ‘rezadeira’, peigas, etc’…

Eu queria ser uma pessoa prática, objetiva, eficiente, competente… e na minha ignorância, eu não sabia que as pessoas mais eficientes e competentes são justamente as que dão espaço para suas intuições, tenham o conceito de Fé claros em suas mentes ou não!
E conforme eu fugia do mundo da Fé, o mundo ficava cada vez mais difícil, mais árduo e desafiador… e posso te garantir que verdadeiras ‘catástrofes’ se apresentaram na minha vida.
Agradeço a cada uma destas supostas catástrofes! Se não fosse por elas, eu provavelmente seria mais uma daquelas pessoas competentes, eficientes, praticas e… perdidas, sem nem sequer saber que há um “Trem” esperando para me levar para um outro Estado de Ser, onde competência e eficiência andam de mãos dadas com Anjos, Mestres, Sábios e Luzes…

As catástrofes a que o texto do Trem se refere, que provavelmente te inquietaram, diz respeito a muito disto, a este jeito de Ser ‘perdido’, ‘manco’, onde falta o outro lado da história.
Nós vivemos em um mundo onde há polaridade, e nossa cultura nos ensinou que o ‘escuro’ é ruim, e o ‘claro é bom.
Ocorre que não há Luz se não houver escuridão!
Então a ‘escuridão’ tem que ser acolhida, senão ela não pode ser iluminada. E quando a gente ilumina a escuridão, pode ser que apareça alguma sujeira, algum ‘conserto’ que seja necessário fazer, alguma parede sem pintura… Mas só aumentando a Luz é que poderemos consertar o que for necessário.
Então, precisamos jogar fora a idéia de que está tudo perfeito, e de que o que não está perfeito não nos pertence ou não queremos por perto, porque nosso papel é justamente ‘consertar’ o que for preciso; mas para que este conserto seja possível, precisamos reconhecer que o defeito existe. Concorda?
É disto que se trata “deixar a bagagem” que não serve mais: largar a idéia errônea de que estamos ‘prontos’ com todos nossos velhos conceitos de certo e errado, de bom de ruim, de perfeito e imperfeito, e de que temos um lugar garantido no tal Trem!
Absolutamente!
É esta ‘mala’ que precisa ser deixada para trás…

Ela nos cega…

Não nos deixa ver o que precisamos aprimorar em nós mesmos, para ganharmos a leveza necessária para adentrarmos na dimensão a que estamos sendo convidados a entrar. Uma dimensão onde poderemos construir um mundo mais justo, mais digno, mais autêntico, que respeite os limites e as potencialidades de cada um de nós, nesta maravilhosa oportunidade que Deus nos deu de “Nos fazermos a nós mesmos”, quando ordenou – está no Gênesis! – que completássemos Sua Criação… mas esta é outra História…

Deus te abençoe, te proteja e te ilumine!

Mariah Alice

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Conversando com a Adriana

Julho 26, 2009

Oi minha querida!

Há anos venho percorrendo um caminho de “busca de sentido” ou “busca de compreensão” para esta experiência maravilhosa que é a “Vida”.
Neste percurso, encontrei muitas ‘respostas’, mas também muitas outras ‘indagações’!…
Acabei me tornando uma daquelas pessoas que vivem com um pé na terra e outro pé na Lua!….
E agora isto tudo começa a fazer sentido, com o mundo do jeito que anda, e tantas pessoas com a inexorável pergunta “O Que é que Está Acontecendo?”, acabei entendo a minha própria busca: eu tive tempo, muita ajuda e acesso a muita informação! Sou uma “ponte” para algumas pessoas que não tiveram o tempo que eu tive…

Foi pra isto que eu li, estudei, fui treinada por pessoas interessantes, verdadeiros Mestres e pelos Anjos… E fico muito contente com isto! Me sinto útil…

Mandei a mensagem do “Trem” para muitas pessoas porque julguei que fosse importante, e muitas destas pessoas ficaram confusas, ou já estavam confusas com toda esta conturbação que estamos vivendo/assistindo no mundo.
Em particular, tenho uma amiga que se chama Adriana, que é minha companheira nos Cantos de Cura da Terra. Estamos juntas há duas décadas, cantando pela cura da Terra, e “harmonizando” pessoas que estejam com dificuldades para elaborar as novas vibrações de energia que estão acontecendo no planeta agora. É por isto que existem tantas pessoas doentes: por causa das novas energias a que a Terra está tendo alcance. Os organismos das pessoas às vezes se desequilibram com estas novas energias, mas isto vai passar…

E quanto ao “Trem”, vou colocar abaixo uma ‘conversa’ que eu tive com Adriana, que ficou um pouco assustada com a mensagem, e me perguntou um monte de coisas. Acho que esta ‘conversa’ pode esclarecer um pouco, dar um ponto de vista em relação ao tema.

Na noite anterior ao recebimento da mensagem do “Trem” que eu enviei a ela, Adriana teve um sonho em que uma senhora, nossa conhecida, dizia a ela que ela esta indo embora. Imagine o susto que ela levou quando recebeu a mensagem do Trem!!

Oi Adriana,

Que boa noticia!!
Você vai e eu também vou!!
Vamos todos para a quinta dimensão! E isto não é uma daquelas brincadeiras que faço com você há anos, é a mais pura verdade!!
Aliás, independente das minhas brincadeiras, você sabe que já estamos com um pé na quinta dimensão, há muito tempo; somos precursoras, como se tivéssemos vindo para a Terra neste momento, para puxar um monte de gente ‘para cima’ conosco, com nossas orações e nossos Cantos da Vibração pela Terra!!

Trata-se do seguinte, minha querida: a quinta dimensão é um “estado de consciência”, só isto, não se trata de “morrer” como conhecemos o conceito de morte, percebe?…

E o que é “um estado de consciência”?

Vou fazer uma seqüência histórica – meio simplista, mas serve como analogia para te explicar o ponto central da ideia:

Na época do descobrimento das Américas, o “estado de consciência” coletivo na Europa era algo como: precisamos “encontrar ouro para pagar as contas e as guerras de conquistas da realeza”. Ponto.
Esta era a “mentalidade” reinante da época: conseguir ouro.
Trabalhar era coisa de “camponês pobre” da “plebe”, não da realeza.

Fora das colônias judaicas, não havia o conceito de “trabalhar para se conseguir riqueza”, pelo menos no ocidente. Não havia o conceito de “o trabalho enobrece o homem”. Só a burguesia (em geral composta de árabes e judeus) que começava a nascer é que estava começando a aprender que as “trocas” geravam riqueza. 

Depois, houve uma elevação da consciência e veio a noção de “trocar” vamos “trocar coisas” para conseguir o ouro. Começou a chamada “Era Mercantilista”, que estudamos na escola, lembra deste pedaço das aulas de história? Os navios iam até as Índias buscar cravo, canela e especiarias, além de sedas chinesas, pólvora e outros produtos. Era o comércio nascendo como sistema econômico mundial, saindo da esfera regional.

E então, tivemos uma nova onda de “elevação de consciência” e ganhamos o conceito de “produção” e com ele, nasceu uma tecnologia embrionária, e com ela veio a revolução industrial, e se começou a produzir tecidos, cordas, saponáceos, objetos de ferro para a agricultura, armas e utensílios domésticos, como mobiliários, panelas, bandejas e pratos.

E tivemos mais uma alteração de consciência, e percebeu-se que trabalhar não era ruim, pois o trabalho gerava riqueza. Então os homens começaram a trabalhar em suas produções, fomentando suas ‘trocas’, e os mais sábios perceberam que o “trabalho enobrece o homem” e este foi um grande passo no desenvolvimento da consciência coletiva da época.

Percebe que em cada momento deste, o momento anterior “morre”?

É disto que se trata.
Estamos nos estertores de um momento que já não nos serve mais.

Já aprendemos tudo o que havia para a prender com os jogos de manipulação política, psicológica, social, econômica, etc.
A humanidade – não todos, apenas alguns, os outros vem depois – já percebeu que sem respeito pelo outro, pela vida, pelo planeta, não é possível continuar a viver na Terra.

Não é mais possível que “Tiranos” invadam países, criando guerras por petróleo, ou que crianças morram como cobaias de laboratórios que criam doenças para vender remédios… Este tempo acabou! Graças a Deus!
E pessoas como você, como eu e como tantas outras espalhadas pelo mundo, que não são perfeitas, absolutamente, mas que trazem consigo a semente da dignidade, da boa fé e da bem-aventurança, são as que foram se distanciando deste mundo cão que é o mundo manipulatório, e foram “largando” conceitos adquiridos em prol de sensações, muitas vezes inconscientes, de que o que é certo é aquilo que não fere; aquilo que faz crescer e florescer o que quer que seja… 

E Fomos rezando, cada um de nós do seu jeito, com sua cultura, criando “bolhas” de um pensar diferente, de uma atitude diferente, de uma postura diferente, daquelas  que predominavam no mundo em que fomos criados.
É disto que se trata.
Nós – nossa geração – fomos mudando o mundo.
Eu, você e milhares de outras pessoas, que como nós, nasceram em um mundo viciado em ‘ouro’, com valores distorcidos, nem sempre por maldade, mas por hábito de criação; nós viemos, e sem nenhuma consciência mudamos nosso jeito de agir, nossa postura.
Não fazemos caridade para “sair bem na fita”; fazemos porque sabemos que é necessário.
Somos capazes de dar com uma mão e com a outra também.
Esta é a diferença entre a nossa geração e as gerações anteriores. 
(Não há, absolutamente, julgamento nesta minha colocação: tudo faz parte do processo de evolução de consciência do planeta.)
E é precisamente por isto que o mundo está mudando. E para melhor.
Para muitos, este é um momento de entrega dolorosa, entrega de poder, perda da força de manipulação – que esta deixando de existir.  E isto pode parecer desesperador para os mais desavisados.

E nosso papel agora – “nosso” das pessoas que escolheram “ir” – é mostrar para os que ainda não viram, nem “vieram” que assim é bom, e que tudo está sempre bem, como deveria ser, e que a mentalidade coletiva tem que mudar senão o planeta explode em uma enorme bomba atômica jogada por algum fanático oriental ou ocidental mesmo.

Eu quero muito “ir”. Eu escolho “ir”.
Não para a “morte”, mas para um “novo estado de ser”, um estado de ser que construa um mundo mais seguro, mais justo.

É isto que eu quero.

O texto fala de morte e de mudanças, e isto deve mesmo acontecer, porque até que a humanidade “desperte” para segurar os fanáticos poderosos, talvez tenha que haver um “um grande risco” que as acorde.
Existe aí uma gripe criada em algum laboratório, que saiu de controle, que também pode ser a tal bomba, nunca se sabe, mas não precisamos “morrer” fisicamente.

Espero que não cheguemos a precisar disto.

O sistema vigente do mundo é que precisa morrer para ceder lugar para um outro jeito mais “leal” de ser.

E é precisamente aí que eu e você e os outros milhares que também escolheram “ir”, que escolheram “pegar o trem” temos um papel fundamental: assumir uma postura de retidão, de autenticidade, de lealdade, de alegria e “concordância” com esta evolução.

Se você vai em breve Adriana, é para um outro “estado de ser”.
Você vai deixar para trás valores que já não te servem mais, que foram úteis até aqui, mas que precisam ser deixados para trás.
É lógico que isto pode doer.

De repente, você pode perceber que seu maior sonho de vida até aqui não te provoca mais o mínimo tesão… Você fica sem paixão… mas ainda não tem nada para colocar no lugar do sonho antigo e sente um vazio enorme, e talvez um pouco de solidão…
Calma… Respire…
Deixe-se esvaziar da dor…

Deixe o sonho velho morrer, para abrir espaço para um sonho novo…
Talvez com isto, você se sinta morrendo um pouquinho também… O que não deixa de ser uma verdade.
Mas você vai estar entregando para a Terra energias que não são mais necessárias, só isto minha querida.

Respire de novo…
Abra-se…
Deixe entrar em você a energia nova, de uma Adriana nova, adequada para a Terra nova, de quinta dimensão…

Aquela Terra, pela qual nós estamos rezando e cantando há tanto tempo! Ela está vindo, minha querida, finalmente!
Vá ao cinema, leia romance, leia poesias, ouça boa musica, pinte, entre em contato com a arte, vá a exposições…

Se puder, faça uma viagem… relaxe para que entre em você a semente do novo sonho, da nova “você” que está querendo “ir” e inclusive, “sentido” que está na hora de “ir”.
Re-avalie este “ir”.
Observe-o com uma outra ótica, mas elevada, mais feliz, mais harmoniosa.
“Ir” pode significar entrar em uma oitava mais elevada da espiral ascendente da sua própria história.
“Ir” pode, SIM, ser mudar de lugar, para um outro lugar, mais leve, mais justo, mais gostoso e divertido.
“Ir” pode significar sair fora de competições, das “implicâncias palacianas”, desconfortos, todos calcados em sistemas arcaicos, velhos e inúteis, que já não te deixam brilhar com esta luz maravilhosa que você tem…
“Ir”, pode ser aceitar ser inteira, com seus defeitos e qualidades, gorda ou magra, amarrotada ou linda…
“Ir”, pode ser sair da “metade” para entrar na “inteireza”, rir de tudo, ou de nada; entrar no silencio, gostoso e quentinho de uma tarde de frio, consigo mesma…
“Ir” pode ser MUITO bom!

Pense nisto, minha querida… 
Beijo carinhoso, nos encontramos lá!
Mariah Alice

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Voce Está no Trem?

Julho 26, 2009

  Recebi esta mensagem de uma amiga, Marcia Maria Rizzo, (obrigada Marcia!) e por considerá-la muito importante, vou colocá-la neste blog.

A partir dela, segue uma série de posts “momenteados” com amigos que também se sentiram tocados com ela.

O site que a publicou está no fim da mensagem, devidamente claro.

Espero que seja útil a todos,

Beijos,

Mariah Alice 

 

VOCÊ ESTÁ NO TREM?

 

Vocês todos que estão lendo essas palavras são ótimos, posso ver que todos estão na Luz Interior. Não me preocupo com vocês de modo algum. Mas o que também estamos vendo é um aumento de pessoas tomando resoluções arriscadas. Parece que estas novas energias as empurram para fora da margem estreita que existe entre a psicose e a falta de estabilidade.

Lembrem-se, estabilidade e sintonia com o Criador são a mesma coisa.

 

Está ocorrendo muita histeria. Haverá muita histeria ainda. Já houve muitos, muitos chamados de pessoas que são como as “virgens tolas” da parábola, muito ocupadas com todo o resto por todas as razões “certas”, e que deixaram de fazer o seu ‘dever de casa’. Elas não olham os sinais do tempo.

OS INSTRUTORES DE CAMINHOS

 Assim, alguns irão, talvez, transferir seus alunos para outros instrutores, pois serão chamados para tarefas mais elevadas. Não podemos dar tudo para todos, mas se trabalharmos, vivermos e ensinarmos em nossos níveis mais elevados iremos abranger todas as bases.

Vocês completaram suas missões e estarão partindo muito em breve. Alguns de vocês estarão partindo dentro dos próximos 3 anos. Vocês estarão prontos. Isso significa que, se não quiserem, em alguma época do futuro, voltar para a Terra, seria melhor não deixar nenhum assunto pendente.

Certifiquem-se de que estão a par de tudo em sua vida, de modo que possam adentrar em seu futuro – que é realmente o lugar a que vocês pertencem – sem nada que os detenha.

 Quando o Criador chama, lembrem-se, todas as obrigações terminam.

 Não se preocupem com seus filhos, seu gato, quem vai regar as plantinhas da sala…é o Criador chamando para a sua justa recompensa.

Como você é um protótipo da vanguarda, será o primeiro a partir, de modo que a humanidade verá que há um corpo crístico entrando em um novo paradigma e que viverá na Era Dourada, um avanço do restante da humanidade.

Alguém tem que ser o instrutor do Caminho e nesta época será um instrutor coletivo, não um único individuo. Haverá indivíduos extraordinários que se destacam, mas vocês também formam um coletivo muito brilhante.

Agora, eu sugeriria que nas próximas semanas vocês fizessem da tranqüilidade da Presença Interior sua prioridade numero um, juntamente com a libertação e o perdão de qualquer coisa que ainda permaneça dentro de vocês e não esteja totalmente esclarecida. Se algo está obscuro, mesmo que seja só um pouco, vocês devem se responsabilizar e resolver.

Há dois modos de se libertar e perdoar: o primeiro é entregar a situação ao Criador, ao Divino, ou ao Senhor (seja qual for o nome que vocês usem) para se libertarem por meio da “graça”. O segundo modo é se basear em sua Presença Divina e dizer : “eu perdôo você, perdôo a mim, eu agora o liberto por meio da graça.”

 Os dois modos dão certo. Mas assegurem-se de que estão em harmonia por dentro, com Deus, com sua família, pai e mãe, com o passado, consigo mesmos e com seu mundo.

 E, por favor, lembrem-se disto: vocês já viveram esta vida. Não pensem que a estão vivendo pela primeira vez. Vocês já a viveram no passado e estão representando algo que já completaram há muito tempo. De onde acham que vêm as profecias? Por que vocês possuem um Registro Akáshico que também contém seus futuros? Por que os sábios da Índia escreveram livros contando coisas que acontecerão com vocês? Saibam que vocês lerão esses livros. O dia que escolherem para fazer esta leitura determina em qual realidade paralela irão se manifestar.

Nossa esperança, na qualidade de ser coletivo, é ver essa mudança de paradigma ocorrer de maneira que vocês simplesmente realizem essa virada para a Era Dourada. Quero vê-los elevando as vibrações deste planeta para além da AIDS, da fome, da guerra, da discórdia e do ódio.

Todas essas coisas são freqüências vibratórias em que muitos se encontram prestes a desviar-se. Mas o que estamos vendo é que há “ilhas de luz” ao lado de “poços de trevas”. São as escolhas feitas pelas pessoas, baseadas em suas energias de vida. Algumas parecem estar em um redemoinho descendente e tudo está desmoronando. As pessoas vêem que estão envelhecendo rapidamente, não há Luz, não há amor e se parecem com mortos vivos, não parecem? Vocês conhecem pessoas assim, cujo corpo ainda caminha, mas a essência espiritual se foi.

 Por outro lado, há aqueles, como vocês sentados nesta sala, que parecem estar cada vez mais jovens. Estão recebendo cada vez mais Luz e vitalidade, estão rejuvenescendo, mudando e sentindo uma sensação maior de amor, de alegria e de paz. E esta é a verdade que vocês estão herdando: estão alinhados com a Divindade.

 O QUE VOCES ESCOLHEM?

 Agora, devemos permitir a cada pessoa a dignidade de sua escolha. Talvez alguém a quem vocês amam muito esteja nessa espiral descendente. Tentem falar com ela. Se ela se abrir com vocês, dêem-lhe algo. Dêem-lhe livros. Ajudem-na a entender. Se ela lutar com vocês, saibam que o melhor para ela é deixar aquele corpo físico e renascer em um outro dia e outra época. Nem uma alma sequer será perdida.  Nenhuma.  Existe um plano e um planeta para cada tipo de consciência.

Pergunta-se a todos agora – o que vocês escolhem?

 ‘Entrantes’ (walk-ins) estão surgindo numa velocidade jamais vista em seu planeta. Eles são substituições de almas e coabitam seus corpos. Quantos possuem alguém em sua família, neste exato momento, que teve uma mudança tão dramática na consciência, que vocês não o reconhecem mais?

Todos agora têm permissão de fazer esta escolha: você deseja ascensionar ou nascer de novo? Quer terminar esta vida e este quinhão de karma, este caminho, ou deseja renascer, e nesse meio-tempo deixar que ‘outro’ complete uma missão em sua forma física? Todas essas possibilidades diferentes estão sendo apresentadas às pessoas agora.

Estou aberto às suas perguntas.

Pergunta: O que aconteceu recentemente que fez com que a Hierarquia se sentisse desencorajada?

Resposta. Uma vez mais, a espécie humana está tentando tomar decisões sem sabedoria, baseadas na força e no ego, ao invés de manifestar uma humildade que permitiria nossa assistência e ajuda. Por exemplo, nos oferecemos para ajudar e temos um mundo planetário preparado para receber a humanidade da Terra, se for preciso. É um centro onde há lares com telefones e belos parques. Há um grande numero de casas esperando por vocês, se for preciso. É um planeta idêntico à Terra, mas totalmente desabitado, exceto por alguns do seu mundo que quiseram ir antes de vocês.  Eles estão provavelmente em uma “lista de pessoas desaparecidas” aqui na Terra, mas estão vivendo lá agora. Então, vocês têm aquele planeta esperando, se acontecer o pior e não for possível habitar seu planeta ou se algum corpo imenso colidir com ele.

Sabem, nunca os deixamos desprotegidos. Seria muito mais fácil para nós transporta-los de maneira disciplinada, ao invés de ‘arrebata-los’. Mas, o que encontramos foi desconfiança, dúvida, descrença, medo e um desejo de obstinadamente dizer não preciso de ajuda nenhuma, posso fazer isso sozinho. Não estão dispostos a nos escutar. Dissemos aos maiores governos da Terra que os ajudaríamos, mas queríamos que interrompessem todo uso de energia nuclear. Queríamos que vocês se desarmassem e, é claro, apenas zombaram de nós.

Provavelmente o maior problema para nós é a obstinação. Infelizmente, devido aos mecanismos de ego de alguns (NC: governos das “grandes” nações, tipo G-8…) a maioria tem que sofrer.

É aqui que não vou permitir que se vá além de um certo ponto, porque vocês são o meu povo. Sou responsável por tê-los trazido ao planeta, então tenho que carrega-los de volta para casa.

SE VOCÊS ESTÃO TRANQUILOS, ESTÃO NO LUGAR CERTO. 

Vocês terão diferentes guias que dirão para permanecerem onde estão. Dirão a alguns de vocês para se mudarem imediatamente, e a outros dirão para tirarem seu dinheiro do banco. Esses guias sugerirão a alguns para começarem a plantar alimentos. Falarão a outros de vocês para se mudarem para comunidades.

Então, não olhem em volta perguntando “o que vocês acham que devemos fazer?”

Vão ‘para dentro’ e perguntem a SI mesmos. (ao Deus Interior).

Mas se vocês se sentirem entediados, insatisfeitos ou desconfortáveis, saibam que não se espera que vocês fiquem onde estão. Quando vocês estão felizes, isso os mantém centrados. É onde se espera que vocês estejam. É esse o segredo.

Vocês sempre sabem quando estão no lugar certo, porque se sentem à vontade..

É como quando chegam em casa depois de ficarem fora bastante tempo: tiram os sapatos, afrouxam o cinto e a gravata e relaxam. Estão em casa.

As coisas vão acontecer muito depressa. Nos últimos tempos estão solicitando que alguns de vocês produzam alimento. Sugiro, se vocês se sentirem em sintonia com esta atividade, que façam isso, armazenem um pouco de alimento e água em suas casas, pois, se acontecer o pior e houver um efeito no campo eletromagnético ao redor da Terra (NC: por favor, acompanhem noticias a respeito disso) talvez a sua eletricidade seja afetada.Se isso acontecer, também afetará seus computadores – e com isso atingindo todos os setores que mantém seu sistema-de-suporte-à-vida  ativo e viável. Então irão querer dispor de alimento suficiente por, pelo menos, duas semanas. O ponto mais importante é como vocês irão responder se de repente tudo parecer estar ruindo ao seu redor: estarão prontos para subir naquele momento? É a hora de “ir para casa”. Vocês irão responder a isso sem medo? Sim, meu Senhor Pai/Mãe, estou pronto e encomendo meu espírito.

Pergunta: Podemos ir e não ter que voltar outra vez?

Resposta. Podem, vocês “não têm que” voltar, a menos que estejam preparados para isso. Mas tenham certeza de que tudo está perdoado. Seus piores inimigos são seus melhores amigos no papel de seus piores inimigos. Certifiquem-se de terem entendido isso desta vez.

ELIMINEM A NOÇÃO DE “SEPARAÇÃO”

No nível da forma pode haver profundas mudanças, pois tudo o que se baseia na forma em seu mundo, está baseado numa mentira. A mentira maior é a ‘separação’ do Criador. Portanto, esta disfunção tem que desaparecer.  Seu sistema de dinheiro é um exemplo dessa disfunção.

Por que vocês precisam de um telefone quando são telepáticos?

Por que precisam de carros, motores, gasolina, se podem se teletransportar, realizar viagens da alma, projetar mentalmente, materializar, desmaterializar e usar a energia do sol?

Por que querem trabalhar das nove da manhã às cinco da tarde numa competição terrível, num emprego que vocês não suportam, em vez de viver sua felicidade e fazer o que mais gostam?

Nenhum de vocês quer continuar com isso, mas mesmo assim pensam: “oh! Meu Deus, se perder meu emprego, como vou pagar minhas contas no fim do mês?”

Pergunto:

Por que vocês têm contas para pagar? Alguma vez pararam para pensar na loucura, na insanidade desse modo de vida?

Então, o que vocês querem fazer? – acabar logo com isso ou passar por mudanças na Terra e nas comunidades de sobrevivência? Vocês todos decidiram (como coletivo) que vão escolher essa mudança de paradigma. Mas estão correndo contra o tempo agora. 

O que fazer?

Quero deixar-lhes alguns lembretes. Nunca acreditem que são apenas um corpo. Lembrem-se sempre que vocês são um corpo eterno de Luz, som, gloria e divindade. Vocês jamais deixarão de existir.

Não há inimigos – é apenas ilusão.Mantenham-se apenas centrados no Criador. Não deixem que as coisas tentem desvia-los para o medo.

Não se preocupem com extraterrestres chegando para ‘assumir o controle do seu planeta’, ou do seu corpo…Se quisessem ter feito isso, já o teriam feito há muito tempo. Eles têm muita curiosidade em ver o que vocês estão fazendo, pois nunca tiveram a oportunidade de presenciar espetáculo igual ao que este planeta está proporcionando.

É um show e tanto o que eles estão assistindo! Mas asseguramos que eles apenas assistem, mas não tocam.

VOCÊS ESTÃO NO TREM?

Esta é uma outra mensagem vinda de Arcanjo Miguel, que este canal recebeu: o trem saiu da estação, vocês estão nele?

Vocês estão nele se jamais se sentiram tão próximos de Deus quanto agora, se nunca experimentaram uma sensação mais profunda de quietude e paz, se vocês possuírem muitíssimo tempo e se estão tão em paz que não há nem mesmo pensamentos em suas mentes.

Quando vocês “não tiverem coisas a fazer”, ou “problemas a resolver”, e aceitarem a vida como ela é no seu dia-a-dia, VOCÊS ESTÃO NO TREM!

Se vocês ainda se encontram numa serie de crises e se esforçando muito para resolve-las, vocês estão na plataforma, vendo o trem sair, ainda devagar…mas não estão nele. Estão correndo ao lado do trem, mas não estão nele ainda. Estão correndo ao lado do trem, tentando agarra-lo, porque demora um pouco para ele ganhar velocidade. Então continuem rápido o que estão resolvendo, que ainda pode dar tempo…

Agora, aqueles que terão que pegar outro trem, estão fazendo uso de drogas, se embriagando, se tornando psicóticos, estão trabalhando ativamente contra a Luz, contra si mesmos e contra todos ao seu redor. Estão odiando a nova energia e a ela resistindo. Estão obstinadamente apegados ao passado e ‘morrendo por dentro’ para a centelha da inocência, da pureza e do amor. Os anjos os cobrem com sua graça especial e os levarão para uma escola planetária perfeita para continuarem sua expansão.

Mas eles não estarão indo para onde vocês irão. Possuem um destino diferente. Devemos ser muito fortes e deixa-los nas mãos de Deus. Vocês não serão capazes de ajudar certas pessoas. Deixem-nas para Deus.

Terminando: por favor, não pensem em nós como se estivéssemos em algum lugar láááááááááá em cima no céu. Pensem em nós bem próximos aos seus corações. Assim não teremos que vir correndo do céu para atender seus pedidos e preces, podemos responder de dentro de seu coração.

Vocês são o microcosmo do macrocosmo. Tudo está dentro de vocês.

Aprendam a seguir a pista dessas vibrações de felicidade e perfeição e deixem o caos e todo o resto se desvanecer, pois eles são uma ilusão que está desaparecendo depressa.

Bênçãos.

Sou Ashtar.

 

Extraído de http://www.ashtarcommand.net/

SERIE ESTUDOS – 4

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Entre os Muros da Escola

Abril 26, 2009

Ontem eu fui assistir ao filme “Entre os Muros da Escola” do diretor francês Laurent Cantet, Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro e vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2008.

A rigor, o filme retrata a enorme dificuldade dos professores de uma escola da periferia de Paris em lidar com os alunos adolescentes, via de regra, insolentes, mal educados, agressivos e até mesmo violentos, muitos oriundos das diversas “colônias” francesas.

Exatamente como as escolas das periferias das grandes cidades brasileiras, estes alunos não têm a menor noção de respeito, de responsabilidade ou de ordem.

 

Mas os professores também não têm esta noção!

Nem o diretor da escola. Nem os pais dos alunos.

 

O filme tem sido aplaudido porque este não é um problema conseqüente das colonizações da França ou da Inglaterra. O Brasil foi colônia e apresenta os mesmos problemas, como os Estados Unidos da América, a Alemanha, etc.

 

Portanto, “O buraco é mais em baixo”…

 

O problema é de inversão de valores.

De confusão em relação ao significado da Ordem.

Perdeu-se a noção do que é Ordem. Confundiu-se Ordem com Hierarquia.

Hierarquia foi uma invenção calcada na ignorância dos homens ao interpretarem, “distorcida-mente” o significado da Ordem.

 

O professor do filme, bem como o diretor da escola, morrem de medo de “Ser”, de se “Exercerem”, de ocuparem seus papeis como “Regentes” da orquestra. Titubeiam, não “regem” e reclamam dos adolescentes pela cacofonia de sons que se impõem ante tanta falta de direção na apresentação da melodia que a escola, como um todo, oferece.

 

Ter “pulso”, ser “firme”, conduzir os vagões do trem a uma estação, tornou-se, na incompreensão dos dirigentes – professores e diretores – e dos dirigidos – pais e alunos – sinônimo de tirania, de falta de democracia. Perdeu-se a noção de que democracia implica em respeito e de que liberdade implica em responsabilidade.

Os professores querem ser democráticos, politicamente corretos, mas não se dão ao respeito, não se exercem no papel de “condutores”, esquecem que o “piloto” é quem dirige o avião orientado pela torre de comando, não pelos passageiros.

Os alunos querem liberdade, querem ser respeitados, querem ser ouvidos, mas não querem assumir responsabilidades, não se comprometem, não respeitam nenhum tipo de Ordem e grunhem, não falam. Gingam, não caminham. Estão perdidos, sem referencia, sem orientação, sem comando.

Instala-se o Caos.

 

Saí do cinema, indignada, quando a coordenadora da escola vai tirar satisfação com o professor por ele ter dito que as meninas agiram como “vagabundas” quando foram representantes de classe na reunião dos professores.

As atitudes do diretor, da coordenadora, e até do professor é que levaram as meninas a agirem como “vagabundas” na reunião. Elas eram apenas meninas de 13 ou 14 anos e  “barabarizaram” durante a reunião, com absoluta falta de compostura, e em nenhum momento foram convidadas, pelos responsáveis – diretor, coordenador ou professor – a  se comportarem decentemente, embora todos os professores estivessem boquiabertos com o comportamento das duas!

 

Nós estamos vendo isto acontecer nas escolas, no futebol, nas famílias, na política.

Não há Ordem, não há Regente, não há Piloto.

Os adultos não se comprometem com a Ordem, não assumem a responsabilidade de “condutores” que lhes cabe. E quando o fazem, são rotulados de tiranos, de mandões, de déspotas. Não há líderes em nenhum segmento.

Os adolescentes ficam perdidos, sem rumo, sem prumo, sem freio, sem referência. E quando um professor perceptivo e fraco, num rompante de indignação fala o que ninguém ousou dizer, ele fica na corda bamba…

 

Bem feito! Ninguém mandou deixar as coisas chegarem ao ponto em que chegaram: a permissividade larga, em nome da democracia, em nome do mal interpretado significado do termo “liberdade”, deu espaço para o crescimento da selvageria, do animal que mora dentro de cada um; abriu caminho para a falta de conexão com o melhor lado, para a completa ignorância de que o “Homem de Bem” tem que ser cultivado, construído, educado por cada um individualmente, e de que cabe aos “mais velhos”, aos “professores” conduzir os mais novos.

 

Educação, a meu ver, é só isto: fazer prevalecer o lado racional sobre o lado animal. Mas os Ministérios da Educação do mundo todos não percebem esta simplicidade. Ainda estão preocupados com “os métodos” de ensino… Não percebem que primeiro é preciso dar às crianças a noção de que não são bichos territorialistas, de que são Seres Pensantes que precisam aprender a “Ser” e a “Pensar”, a construir dignidade pessoal, ter responsabilidade e generosidade.

 

 

O que eu vi naquele filme de ontem, que me deixou com um tremendo mal estar, foi o retrato da completa inversão de “valores” que grassa no mundo de hoje, da absoluta falta de conexão com o objetivo da vida do homem, de todos os homens, de ser uma ponte entre a razão e o instinto, de ser o campo de encontro entre estas duas forças, uma da natureza, outra do espírito. Uma tal  falta de consciência que destruiu os “Valores”. Todos!

Acabou até com a economia…

Alguém tem duvidas de que estes dois assuntos estejam interligados? Ou, colocando de outra forma, que o segundo seja a manifestação física do primeiro?

 

Abraços,

Mariah Alice

 

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“Do caralho”!

Abril 16, 2009

Do Caralho!

(com o perdão da expressão!)

 

Ontem eu estava conversando com um rapaz, inteligente, perspicaz e crítico, cuja conversa me fez “momentear” horas, na tranqüilidade deste dia interiorano!…

Ele veio me visitar, trouxe balas de leite e de brigadeiro da Kopenhagem, deliciosas, e no meio da conversa veio com a seguinte frase: “Tia, eu me sinto inseguro, pois não há nada do que eu tenha feito que eu olhe e diga: “isto é do caralho”!”

 

Bom, pela linguagem, é obvio que ele é jovem ainda, mas o conteúdo do que ele disse, cumprindo sua função, me fez reavaliar meu próprio “fazer”. (Os mais jovens atualizam os mais velhos)

O que é “do caralho” pra ele?

O que é “do caralho” pra mim?

E o que é “do caralho” independente de mim ou dele?

 

“Do caralho” deve ser alguma coisa bárbara, fora de série, hors concours.

Alguma coisa inaudita, original, que ninguém ainda fez; diferente; coisa nova, novíssima e boa. Legal.

Bom pelo menos é isto que eu imagino que a expressão “isto é do caralho!” signifique.

 

E fiquei aqui com meus botões, pensando, pensando…

Eu já fiz tantas coisas e tão ecléticas, diversificadas, desde curso de taquigrafia [pasmem! Sou do tempo da taquigrafia!] até ler as estrelas no céu, passando por criar filho, cuidar de empresa, cozinhar para 156 pessoas em uma emergência em que a cozinheira do meu restaurante convenientemente (pra ela!) adoeceu, secar as toalhas do meu hotel com ferro de passar roupas porque a calandra não funcionou e não parava de chover há 9 dias;

passei por construir minha casa, onde  eu mesma fiz o piso da sala e fiz a lareira com minhas próprias mãos,

salvei meu gato de um envenenamento, (no segundo, não deu tempo…)

chorei porque alguma coisa não saiu como eu queria que saísse, e dei rasada pelo mesmo motivo…

Pintei quadro, traduzi livros, escrevi cronicas,

fiz projetos nunca executados,

briguei com Deus, pedi perdão,

plantei árvore, fiz pão… ah!… como é bom fazer pão!… é mágico!…

consolei pessoas, fui consolada, inúmeras vezes ambas as coisas…

amei e rejeitei…

senti raiva e quebrei pratos,

senti gratidão e acendi velas…

 

Este ano eu completo 50 anos, e já fiz tantas e tantas coisas,

coisas que ficaram esquecidas, coisas inesquecíveis,

todas importantes mesmo que não tivesse muita importância

e posso garantir que, se é que eu entendi a colocação, tudo foi “do caralho”!

 

E pensando nisto, me ocorre  perguntar: quais as expectativas que nossos jovens e que nós mesmos, da minha geração – a geração da taquigrafia – vem  alimentando no sentido de se construir uma referência daquilo que vale a pena e daquilo que é “do caralho”? O que a cultura contemporânea, basicamente através da mídia, está insuflando em nosso inconsciente coletivo como sendo “do caralho”, ou algo que valha a pena ser feito, lembrado e vivido?

 

Criar meu filho, vê-lo crescer, se transformar em homem, é “do caralho”!

Segurar a patinha da minha gata por 2 horas e meia, até que ela parisse seis gatinhos, e ver os gatinhos nascendo pra vida, foi “do caralho”!

Cantar cantos mantricos em aramaico, no meio da floresta amazônica, com 256 pessoas de 15 países diferentes, pra curar a energia de devastação do planeta, foi “do caralho”!

Aprender Astrologia, aprender as letras hebraicas, procurar a divindade dentro de mim tem sido “do caralho”!

Identificar, “curar” e iluminar meu lado obscuro – minha sombra, segundo Jung – também tem sido “do caralho”!

E nada disto vai pros anais a história, ou pras manchetes de jornais impressos ou virtuais… e isto também é “do caralho”, porque assim eu tenho privacidade pra poder cometer meus erros e acolher os meus acertos com dignidade e com atenção.

 

A conclusão a que eu chego – e me concedo a prerrogativa de não estar 100% certa e ter que mudar de idéia a qualquer momento – é a de que coisas que são “do caralho”, são as coisas que nos colocam em sintonia com aquilo que temos que vir a ser – nos fazer – dentro do propósito desconhecido de nossas existências.

“Do caralho”, são os retalhos deste enorme pachwork que é nossa inteireza, desconhecida, buscada em cada pedaço bonito ou difícil que temos que trabalhar na confecção da “colcha manifestada” que somos e que nos tornamos a cada dia… colcha esta, que quando pronta, também fica “do caralho!”, como cada pedacinho seu.

 

E então, meu querido jovem amigo, o que eu posso te dizer, ante sua colocação?…

Você está apenas começando, e já tem várias conquistas. Você sabe disto!

Coloque mais perto de você, do seu olhar, mais ao seu alcance, a possibilidade de alguma coisa ser “do caralho!” Depois você vai expandindo esta referencia.

Dê-se tempo.

Respeite e valorize mais as suas pequenas conquistas diárias para que o Universo te veja merecedor de conquistas maiores. O atleta não começa a treinar carregando o maior peso desde o começo. Ele constrói a força dele. Aos poucos. E você está apenas começando.

Você vai fazer muito mais coisas “do caralho!”, mas você tem que reconhecer as que já fez para que o fluxo do ‘acontecer’ venha mais forte e abra as portas dos “novos fazeres”.

Insegurança, todos sempre temos diante das situações novas e a Segurança só acontece no ‘movimento’, dentro da situação já em curso, que vai se tornando cada vez mais familiar e nós vamos ficando mais seguros em relação a ela (a situação).

Dizem que quando o mar se abriu para que os hebreus saíssem do Egito, guiados por Moises, a água já estava no nariz deles! Se eles não tivessem entrado na água, até o nariz, o mar não se teria aberto… há uma enorme sabedoria nesta passagem…

Reflita sobre isto, está bem?

 

Beijos e até a próxima!

 

 

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Entrega

Abril 7, 2009

Eu não sei muito sobre tudo, mas sei um pouquinho sobre um monte de coisas.

Não pretendo ser expert em nada, mas quero transitar em diversos mundos, ser capaz de conversar com “gregos e troianos” e saber do que é que cada um está falando.

Quero estar inserida no mundo em que vivo.

Como diz o poeta, não tenho “opinião formada sobre tudo”, mas sei distinguir direitinho quando uma opinião ressoa dentro do meu coração como factível.

Já fui rígida. Muito rígida. Estreita mesmo.

Quase quebrei!

Ou quebrei de fato – e algumas vezes! – e me recompus, com algumas dobradiças, colas e eixos pivotantes.

É preciso ter jogo de cintura para se viver em paz.

É preciso ter paz para se poder olhar a vida e o mundo com olhos generosos, capazes de acolher os olhares que ainda não se ampliaram.

Bondade?

Absolutamente!

Jogo de cintura mesmo: não se explica cores e amplidão para quem não pode ver.

E quem não vê, não vê porque não quer; não vê porque não pode.

Só isto.

 

Ver implica entrega. Como ouvir.

E entregar-se ao olhar ou à voz que não é a  nossa própria, exige humildade, confiança e Fé.

Humildade para se retirar o próprio olhar, a própria referencia;

Confiança para segurar a própria surpresa ante o cenário desconhecido;

Fé em que o que quer que venha, vem para bem.

Isto é entrega…

Ai meu Senhor! (Bendito seja!)

Será que um dia eu chego lá?

 

6 de abril de 2009.

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Conversando com o Sany

Dezembro 14, 2008

Ontem eu tive uma experiência muito engraçada!

 

Segunda feira eu ganhei de uma sobrinha uma cafeteira linda, destas sofisticadas, com um primoroso design italiano, em que a gente coloca dentro um potinho colorido, com uma dose de café aromatizado, escolhido de uma “palheta” com diversas opções em nacionalidade, produção, sabores, texturas, “corpo” etc…

 

Fiquei surpresa com a sofisticação que alcançou o velho e familiar “cafezinho”, que minha avó fazia no meio da tarde, coando-o em um enorme coador de flanela, meio velho e puído, “que deixa o café mais gostoso”, dizia ela…

 

Depois de colocado o “slot” – que substituiu o coador puído e o pó de café moído na hora, na padaria da esquina -  a gente aperta um botãozinho iluminado, lindinho, e sai da cafeteira, um delicioso e aromático café espumante.

Pode ser ‘corto’ ou ‘lungo’ – acho que eles se enganaram e inverteram a colocação do ‘o’ e do ‘u’ nas palavras… Mas penso que esta nova ’sonorização’ para a fonética do cafezinho ‘preto e forte’ ou ‘bem fraquinho’ também ficou adequada para a nova e bela imagem do cafezinho. 

 

Ocorre que, na presença de tal ‘escultura funcional’  – sim, porque a cafeteira é uma verdadeira escultura tecnológica, de tão linda que é – eu não tinha pó de café adequado para usá-la. Só tinha o também velho e familiar pó de café “embalado a vácuo”, comprado no supermercado da esquina, ambos, café e supermercado, em si mesmos, uma já enorme evolução dos tempos da minha avó.

 

Peguei o catálogo da cafeteira, outra obra de arte impressa contemporânea, e encontrei o endereço do site da cafeteira, onde tinha todas as orientações necessárias, não apenas para usar a cafeteira, como para escolher os aromas do café e, claro, para comprar os tais ’slots’ para fazer o cafezinho.

 

Ontem fui até a loja.

Por sorte ela fica perto de onde me encontro.

Bem, para quem ia com a avó na padaria da esquina comprar café moído na hora, depois aprendeu a ir ao supermercado comprar café embalado à vácuo, ir naquela loja -que se autodenomina “Club” – para comprar os slots de cafezinho, foi um verdadeiro “choque” cultural!!!

 

As vendedoras, que são bilíngües, todas lindas, provavelmente contratadas a partir de uma agencia de modelos, elegantérrimas, magérrimas, simpaticíssimas, tudo na mesma proporção, orientam os clientes na escolha dos aromas, texturas, corpo e nacionalidade do café a ser adquirido.

 

O ambiente, perfeitamente compatível com a sofisticação de tudo que gira em torno da tal cafeteira – ou dos tais cafés – é um verdadeiro templo de sedução dos sentidos, principalmente do olhar, com suas prateleiras dispostas de tal forma que nada possa ficar oculto dos olhares mais distraídos; com as mercadorias – cafeteiras, xícaras, utensílios, aventais, guardanapos, e mais uma miríade de objetos relacionados à ‘cafezinho’ – dispostas de forma equilibrada, organizada, numa verdadeira composição pictórica tridimensional: um belo cenário, composto não apenas pelo visual, mas pelo auditivo, com música de boa qualidade, o aroma do lugar, delicioso, as poltronas e mesinhas forradas com tecidos agradáveis ao tato. Todos os sentido são estimulados!

 

Fiquei ali um tempão, apreciando e ’sentindo’ o lugar… Tudo é tão perfeito! Tão glamoroso!

Parecia que eu estava em uma cena de filme, não fosse fim de tarde e eu não estivesse com ‘cara de fim de tarde’, acho que eu teria brincado de ser atriz!… hehehehehe…

 

Voltei pra casa com os ’slots’ de cafe, lavei o rosto e as mãos, penteei os cabelos, escolhi um cafezinho ‘corto’ com aroma de flores, coloquei na cafeteira, tirei os sapatos, sentei na minha deliciosa poltrona, peguei o maravilhoso livro que estou lendo e fiquei ali, tomando meu cafezinho, apreciando meu livro, minha poltrona e agradecendo a Deus pela benção de ter me dado uma avó que me levava na padaria para comprar café moído na hora e uma sobrinha que me deu a oportunidade de apreciar a evolução dos tempos!

 

Esta é a cidade que eu vivo!

 

 

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As Viradas da Vida

Novembro 7, 2008

 

As Viradas da Vida

 

De vez em quando a vida vira.

Como a Terra gira, a vida vira.

E quando a vida vira,

A perspectiva do nosso olhar também vira.

Muda.

Muda o foco, a paisagem, o ponto de observação.

E quando a vida vira, às vezes a gente fica meio tonto,

Principalmente se a vida vira muito rápido;

As imagens se misturam

E aquilo que a gente olha, fica meio borrado

Com a entrada da nova imagem no campo de visão

Se colocando no lugar da imagem velha, conhecida e familiar.

E quando a vida  vira a gente fica procurando as antigas referências

E se perde porque elas não estão mais ali;

Ficaram pra trás, na virada.

E nesta busca das velhas referências

Meio que esquecemos de olhar, de observar, o que tem de novo no nosso campo de visão.

E nos sentimos meio frustrados, meio sós,

Meio abandonados pelo conhecido,

Meio desconfiados do desconhecido,

E então, meio que perdemos metade da festa

Da festa do novo,

Da festa da virada.

Para não ficarmos assim no meio, pela metade,

É preciso entregar nosso olhar para o movimento e para o momento,

Deixar o corpo flexível pra ele balançar com o giro,

E acima de tudo,

Deixar as antigas referências no tempo,

Lá, onde elas pertencem,

Na memória, no coração ou na lista de aprendizados que a vida ofereceu.

Agora, na virada é preciso deixar espaço para o novo:

Novos horários, nova rotina, novos quereres

E principalmente, é preciso lembrar de não comparar, nunca, jamais,

O que foi com o que está sendo,

Senão, borra tudo!

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Conversando com a Bel

Novembro 5, 2008

Que bom que você gostou do meu texto anterior! Fico contente, obrigada!

Fiquei um tempão sem escrever por causa do tumulto que se instalou na minha vida este ano - comentei com você – logo depois que criei meu blog sob o estímulo do Bruno, meu filho. (Não deixa de ser curioso isto, não?)

 

Bom, vamos a Nibiru.

O que eu posso te dizer a respeito deste “Ser”?…

A primeira vez que ouvi falar de Nibiru foi através do livro “O 12° Planeta” de Zecharia Sitchin, escrito em 1982, mas que eu li por volta de 1990.

Neste livro o autor relata que os Sumérios documentaram a passagem do planeta, e também supõe que eles tenham conhecido seus habitantes, que tenham recebido informações e desenvolvimento tecnológico do povo de Nibiru.

Foi um livro de muito sucesso e muito polemico na época. Se você gosta do tema, não perca este título! Eu adorei!

A órbita deste planeta – o tempo que ele leva para voltar ao mesmo ponto de observação, no caso, a Terra – seria de 3600 anos, ou seja, os homens modernos não tiveram ainda a oportunidade de vê-lo.

Até agora.

Desde 1983 instituições espaciais de várias partes do mundo estão observando um ponto luminoso vermelho que se aproxima do nosso Sistema Solar.

Daí o súbito interesse mundial pela Antártida e todo o investimento em instalações de observatórios astronômicos e laboratórios no Pólo Sul nos últimos 20/25 anos, feitos por vários países.

Ao que parece, este corpo que está sendo observado tem uma órbita super inclinada em relação ao nosso Sistema Solar e está chegando, vindo pelo “lado de baixo” do Sol, região do céu que é melhor observada daqui da Terra, a partir do Pólo Sul.

 

A questão, então, se torna saber:

1) o que é isto que está sendo observado?

2) Nibiro, Hercóbulus, Dóton, Planeta X, etc. – todos nomes do mesmo objeto em culturas diferentes – realmente existiu ou existe?

 

Os Sumérios, além de terem registrado a passagem de Nibiru, nos informaram que o cinturão de asteróides que fica entre os planetas Marte e Júpiter, foi na verdade um planeta que se chamava Marduk, e que foi estraçalhado pelo tal Nibiru, que é enorme e que em sua passagem pelo Sistema Solar pegou em cheio a rota da órbita de Marduk, transformando-o na farofa de asteróides que podemos ver hoje no céu entre Marte e Júpiter. Dizem que nossa Lua pode ter sido capturada pela gravidade da Terra, mas isto é apenas uma teoria.

 

Paralelamente a tudo isto (e tem muito mais, que fica muita coisa pra comentar aqui), Escrituras Sagradas muito antigas do Oriente, tal como os Sumérios, também citam com outros nomes, o tal Planeta. Basicamente relatam as mesmas coisas mensuráveis em termos de dimensões, órbitas e etc., mas falam também da função ‘espiritual’ deste corpo celeste: é o ‘corpo higienizador’ do nosso Espaço Sideral, aquele que faz a limpeza, que leva embora as impurezas, e coisas afins.

 

Supondo que a pergunta numero 2 acima tenha uma resposta afirmativa, surge uma outra pergunta: 3) As Escrituras Sagradas do Oriente procedem?

 

E é aí que esta questão toda toma proporções alarmantes.

Supondo que Nibiru exista como os Sumérios disseram; supondo também que as Escrituras Sagradas da Índia e da China sejam relatos poéticos de coisas que realmente aconteceram, e que se tornaram Sagrados pela veracidade conferida na época em que foram escritos, estamos, HOJE, no retorno cíclico de um corpo celeste que é basicamente responsável pelo término e desaparecimento de grandes culturas e civilizações de nossos ancestrais remotos.

Se assim for, talvez estejamos – como pregam as vertentes da Nova Era – no fim de um ciclo cultural… Do nosso ciclo cultural, mas não de uma forma paulatina, ou seqüencial, de uma forma catastrófica, que é cíclica na História do Ser “Terra”, bem como de nosso Sistema Solar que também é um ‘Ser’.

 

Pelo o que eu entendi, a chegada deste planeta inverte os pólos da Terra, o que não quer dizer que a Terra vá virar de ponta cabeça, mas que os Pólos Positivos ficam negativos e vice-versa. 

Não se trata de uma inversão física, mas energética.

Esta inversão já está acontecendo no Sol, em Vênus e em Marte, segundo alguns dados  oficiais de companhias espaciais respeitáveis. Tal inversão energética tem como conseqüência imediata, entre outros, transtornos climáticos, alteração da camada de ozônio, perturbações nos mares, rios e oceanos, como os tsunamis que vimos na Indonésia, terremotos, etc.

Bom, tudo isto já estamos vendo há alguns anos, o que confirmaria um SIM como provável resposta à questão numero 2 acima colocada.

 

Estas todas são considerações práticas, pragmáticas, tangíveis. 

 

O que me interessa, particularmente, são as considerações subjetivas, espirituais, a vertente mística dos Tratados Orientais.

É neste sentido que este assunto me interessa muito, porque neste sentido, a chegada de um planeta ‘higienizador’, neste momento, do meu ponto de vista, significaria o momento da ‘defesa de tese’ de conclusão de curso para os ‘alunos humanos’ da escola Terra.

Fica claro que eu sou daquelas pessoas que acredita que nossa Mãe Terra é uma Escola Espiritual de almas que almejam aprender a ser Luz Divina.

E é dentro desta ótica – apenas dentro desta ótica, de evolução de nossas consciências, de nossos propósitos enquanto Seres Criados por Um Deus Inteligente, Amoroso, Criativo, que espero que estejamos a um passo de nossa ‘graduação’.

Você poderia se perguntar “E quanto aos cataclismos”? Não sei.

É obvio que, se coubesse a mim escolher, eles não existiriam.

 

Mas considerando que o Planeta seja um “Higienizador” como dizem as Escrituras, penso que se estivermos “limpinhos” os cataclismos tornam-se desnecessários, concorda?

Então, eu não me preocupo muito com os sensacionalismos catastróficos da mídia, porque o que tenho visto já há algum tempo são pessoas já vivendo catástrofes internas inenarráveis, tentando se colocar em ordem e fazendo arrumações emocionais e mentais; buscando curas, reike, florais, terapeutas das mais diversas ordens, rezando…

Enfim, eu realmente acredito que até Dezembro de 2012, data prevista para todas as mudanças, muita gente já terá conseguido tirar manchas importantes se seus campos energéticos e limpar gavetas internas antes inacessíveis. Deste mesmo ponto de vista, acredito que seja disto que se trata a crise econômica a que estamos assistindo: um ‘colocar no lugar certo’ os valores humanos. Mas este é tema para outro assunto e para outra conversa.

Segundo o mundo místico, precisamos de um contingente – chamado de ‘uma massa critica’ – de 33,33% de pessoas nesta nova freqüência de valores para que a Terra ganhe o status de Planeta Sagrado sem que sejam necessários cataclismos naturais.

Por isto que a gente reza tanto!

Se considerarmos a quantidade de livros de Auto-Ajuda que estão sendo vendidos no mundo e, particularmente, no Brasil, onde tradicionalmente se lê pouco, a esta altura do campeonato, esta massa critica de 33,33% já deve ter sido atingida ao redor do mundo, concorda?

 

Bom, pelo menos, eu tenho Fé que de que Assim Seja!

 

Deu para entender?

Se não deu, pergunte, que podendo, eu respondo, ok?

Beijos

Mariah Alice

 

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Conversando com a Cris

Novembro 4, 2008

Oi minha querida!

 

A propósito de Nibiru, vou ser franca com você: não vejo a hora em que este planetinha seja “oficialmente anunciado”!

(para aqueles que não sabem do que se trata, procurem no google ou no youtube (http://br.youtube.com/watch?v=l9NRSlNgtmA&feature=relatedque) tem um monte de sites falando a respeito deste planeta)

Sabe quando você quer muito que uma coisa seja verdade?

Pois é… é assim que me sinto em relação isto tudo…

Eu quero muito que nossas consciências se expandam, que haja mais luz neste ponto minúsculo do Universo em que vivemos, que o ‘Bem’ prevaleça sobre o ‘Mal’, e todo este blá-blá-blá maravilhoso que nos faz sonhar com uma vida mais harmoniosa, mais justa, mais segura seja factível…

Quero muito que seja verdade que lá, em 2012, ou por volta disto, haja, de fato, um salto quântico na existência da Terra e que possamos viver a Graça da Divina Presença na Terra.

Quero muito que os ‘Tempos’ citados nas Escrituras Sagradas de todas as culturas (todas!) estejam acontecendo exatamente agora, aqui nesta dimensão em que vivemos, e todos estes quereres me enchem de uma vitalidade e esperança que me movem a cada dia na busca daquilo que considero importante, no que tange às fronteiras que posso alcançar.

Eu vivo disto. Da perspectiva e da possibilidade de ’conter’ mais luz, mais inteligência, mais compreensão.

Mas sei que a ingenuidade é irmã do fanatismo e tento não perder de vista a História – contada, escrita, documentada – da humanidade, que se mostra como um eterno esperar pelo ‘milagre’ da Ascensão, do desenvolvimento espiritual da raça dos humanos.

São centenas de momentos históricos narrando a expectativa de Homens de Bem por uma mudança no mundo que pudesse trazer mais paz, mais saúde, mais respeito para cada um e todos os nascidos.

Invariavelmente foram expectativas frustradas. Cíclicas, mas frustradas.

Então chego a pensar no que o Ronaldo, este querido, grande e bom amigo, diz a respeito da Terra ter mesmo este propósito: Escola de Escolhas. E nós achamos que ele era cético…

Aí é que tenho esbarrado no meu complexo de Puer – vulgo Peter Pan – e não quero crescer.

Perder a ingenuidade significa assumir a responsabilidade pela factibilidade das tais mudanças. É não ter expectativas de que as coisas acontecerão vindas de fora para nos ’salvar’ do caos, mas que acontecerão de acordo com o “OLHAR” que somos capazes de imprimir na leitura dos fatos e dos significados do que acontece à nossa volta. Às vezes acredito que é disto que se tratam tais mudanças.

Aceitação da realidade, seja qual for, como ela se apresente, conseguindo manter um pé na dimensão da Fé, e acreditar que ’Tudo está como deveria ser’.

Isto é muito difícil!

Indignar-se é fácil. Escolher fazer prevalecer nosso melhor lado, apesar da loucura vigente, é muuuuito difícil…

Cataclismos, Nibirus (cometas), Conspirações, Manipulações… são todos temas recorrentes em diferentes momentos da evolução histórica registrada do homem que conhecemos hoje, e com tudo o que já chegamos a aprender em termos de avanços tecnológicos e sociais (em alguns casos), ainda não somos capazes de acreditar que dentro de nós mora uma Chama Divina que está doidona para atuar através de nós, olhando o mundo finito com olhos amorosos que aceitem a finitude como característica intrínseca da materialidade, respeitando e acolhendo este estado de ser.

Pelo menos até aqui, assim é. 

Quero que o Luiz Gonzaga esteja certo em tudo o que diz, bem como a Yvonne, Osho, Gurdjeff, Sai Baba, Dalai Lama e tantos outros, porque aí vai significar que finalmente a “Shechina” dos Hebreus finalmente entrou nos corpos dos Homens, iluminando-lhes a Matéria que lhes dá Forma, consumando o famigerado ‘Casamento Alquímico’ perseguido e buscado por todos os Sábios, Santos e Homens Iluminados da historia da humanidade.

Este é, sempre foi, o propósito da Criação de Adão, ao qual estamos todos dando continuidade até hoje.

Que se faça a Luz porque eu quero vi-vê-la!!!

Amém.

 

Beijos

Mariah Alice